• Villardo Prior

Como surgiu o livro 10 regras para um vencedor

Todo livro tem uma história e este, "10 Regras para um Vencedor", não seria diferente. Sou pai de quatro filhas e resolvi criar umas regrinhas para me orientar. Como sou advogado, não sei viver sem uma estratégia. Assim me organizei com a finalidade de me guiar no nevoeiro da estrada a ser percorrida. Meu caminho seria longo e cheio de desafios, na verdade uma aventura com minhas filhas. As regras me ajudaram bastante.

Por mais que tentássemos nos organizar, a casa era uma loucura de entre e sai, que quase foi necessário colocar roleta para saber quem saiu e quem chegou. Mas, nem tanto! Ao final de uma reunião, algo que acontecia pelo menos uma vez por semana, decidimos colocar um quadro negro. O objetivo, claro, era saber onde as pessoas estavam, que horas voltariam e o que foram fazer.

Como estão vendo era necessário ter minhas regras. Sabia que os dia eram diferentes, o ontem não se repetiria, a não ser as rotinas necessárias. Cultivávamos o bom relacionamento, o carinho, a solidariedade, o amor. Fazíamos, realmente, o uso dos sentimentos como um escudo protetor. E assim as regrinhas foram nascendo.

De minha parte não havia tempo para reclamar: ao final do dia tinha que agradecer tudo que recebi. Não tinha tempo de desistir, sobrava a determinação de seguir em frente. A responsabilidade era muito grande. Posso dizer uma coisa, todos os dias eram uma festa ou feira, tal era a alegria das cinco mulheres, contando com a minha esposa. E eu ainda tinha que fazer as petições dos processos, estudá-los, participar das audiências a serem realizadas no dia seguinte. Nunca pedi para diminuir o barulho, sentia-me muito gratificado com toda aquela alegria.

A cada dia aprendia uma lição nova. Elas me ensinavam muito me inspirando a nunca desistir de lutar por elas. Era uma aventura mesmo! Sentia toda a minha responsabilidade, por isso lutava cada vez mais. Enquanto estava em casa sempre recebia muito carinho, era tão bom! Então, como não me sentir motivado? Elas me impulsionavam e eu acabava lutando para as coisas acontecerem. E as regrinhas foram aumentando.

As compras eram feitas, semanalmente, não havia lugar para estocar tanta comida, pois tinham as coleguinha. Eram tantas que não conseguia decorar os nomes. Depois vieram os namorados e o estoque de comida tinha que ser maior. Tudo terminava em farra! Não tinha tempo de me desanimar, tinha que criá-las. Escola, roupa, comida, médico, empregada, etc.

Porém, com tanta coisa acontecendo, procurava deixar sempre uma mensagem positiva. Diariamente ou nos aniversários entregava essas mensagens num envelope, sempre com um dinheirinho, que era pouco, mas era o que podia dar. As mensagens ficaram famosas, não somente pelos dizeres, mas também pelo dinheirinho. As minhas filhas passaram a ter o hábito, também, de deixar bilhetes e, no meu aniversário, era certo me emocionar e chorar.

Ao final do dia agradecia Deus por me dar coragem, força, determinação para continuar a minha missão de pai e pela mãe das minhas filhas por tanto que ajudou a criá-las.

Assim, para me organizar acabei criando as 10 regras, que foram sendo melhoradas e agora se transformaram em um livro.

Obrigado a mãe das minhas filhas por ter conquistado uma família.

Abraço a todos!

VILLARDO PRIOR

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