A construção da identidade da criança negra pela ludicidade do Jongo

O objetivo desse estudo é analisar como as crianças negras significam as rodas de Jongo.  O Grupo Afrolaje, que se apresenta mensalmente na Praça Agripino Grieco, no Méier – RJ, foi escolhido para este estudo, já que as crianças estão sempre presentes em suas atividades.  Sendo assim, analisamos as características do grupo, os elementos que constituem o Jongo (dança, pontos, tambor, roupas), e o comportamento das crianças em relação a essa cultura e todo esse processo de construção identitária.  O Jongo representa um dos elos entre os descendentes dos escravizados e seus antepassados, sendo um dos referenciais para a reafirmação das identidades.  Utilizando a metodologia da observação participante, procurou-se estabelecer uma análise do desempenho dessas crianças, nos período em que o grupo foi acompanhado.  É também um trabalho que estabelece uma relação com um passado, que se torna presente, pelos artifícios da memória. Ao reconhecer elementos de uma cultura negra como um patrimônio cultural do Brasil, com a valorização desses saberes e práticas, apontam-se também as possibilidades de, através desses elementos, construir uma leitura das práticas e vivências a partir das percepções do próprio grupo que as forjam.

A construção da identidade da criança negra pela ludicidade do Jongo

REF: 978-65-87014-00-5 
R$29.77Preço

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